19/10/09

Anda um gajo a comprar jornais intelectuais para ...



Tanto se fala por estes jornais portugueses do prémio Nobel atribuído ao senhor Barack Obama, tanta baboseira se diz por aí, por psedo comentadores, cronistas e especialistas de qualquer coisa, argumentos furados, tanta inveja, tanta mossa, tanto descrédito, tanta impiedade, sinceramente não percebo porquê tanto descrédito a um homem que venceu com muita justiça lobbys, ganâncias e garantias, faz uma politica moderna, ataca a quem o ataca, fala, diáloga com nações difíceis, faz abrir mentes paradas no tempo. Não percebo sinceramente a crónica do senhor Henrique Raposo no expresso do ultimo sábado, mas concordo com que a Inês Pedrosa diz e justifica para tal atribuição. Não terão certos cronistas com mau azedume, dizendo mal de tudo e de todos, sempre com uma escrita muito intelectual e uma piada murcha e já gasta? Parabéns senhor Obama, é pena que em Portugal nenhum politico moderno chegue aos seus calcanhares... desculpem talvez a dra Manuela Ferreira Leite e os seus capangas..........................e lembrei-me que o sr paulo Portas é igualmente muito moderno a fazer politica, fazendo negócios de milhões e milhões sem garantias técnicas de submarinos podres, carros de combate a cair aos bocados, heli parados, sinceramente esta modernidade na politica portuguesa fica muito aquém de um Barca Velha 1982... À vossa meus caros.

18/10/09

Outono

Descemos as escadas grandes, que dão para uma praia quase deserta, um mar incerto e bravo faz umas boas vindas de saudades longuíquas. Percorremos metros de distancia perdida, olhando um mar azul e branco cheio de surfistas isolados e empenhados. O sol aquece a cabeça, enquanto percorremos o destino que está ali á frente. Assentamos um pouco num banco ali perdido na areia fina e fria. Olhamos aquele horizonte vazio e outonal, uma vida e luz diferente o Outono, digo-lhe que podíamos estar ali para sempre, perto de tudo e de todos, uma liberdade de sentimentos, amar eternamente, ela diz-me que não existe um eterno, eu digo que sim, tudo o que nos faz respirar, toda aquela cena é eterna até um consciente faça-o terminar. Juntamos os lábio, frios de duros, uma nostalgia percorre-me dentro do meu corpo, arrepio, saudades de tanta paixão e amor. Uma paz existencial perdura em nós, queremos a união o amor de cada um , queremos a paz de cada um. Somos invadidos por imagens, como se fosse um filme dos anos sessenta, preto e branco, cheio de empenho e novidade.Vamos direitos ao nosso destino, que está mesmo ali ao pé, faltando poucos metros, faltando pouco tempo...

15/10/09

Não percebo estas coisas de valores pessoais, mas é a vida!


Vender quartos é o que está a dar, dinheiro fácil, rápido e na maioria das vezes dinheiro limpo de impostos e de obrigações. Basta abrir os jornais e deparamos com tanta oferta destemida e irregular, ninguém fiscaliza, ninguém legisliza, nada se faz, tudo se perde, tudo se ganha, como poderá existir um desenvolvimento com tanta indisposição para a verdade e o compromisso, uma sociedade invejosa, carente e avarenta, tudo se faz para ganhar o dinheiro divinal, fugindo, maltratando e mentindo. Outro exemplo que não percebo é as noticias de encerramentos de lares de idosos sem condições, sem licença, sem pagar os seus deveres, e maltratando os próprios hóspedes. Tudo se faz para o dito dinheiro, mata-se, corrompe-se,maltrata-se,foge-se, empurra-se e mente-se. Uma sociedade que vai evoluindo com valores de vida algo duvidosos, mas que uma ida á missa ao domingo perdoa tudo, perdoa os erros feitos a outras pessoas, que lutam para alimentarem , vestirem filhos e familiares. A taxa de natalidade vem provar isso mesmo, o sub-desenvolvimento de um pais que tem sol, praias e bom senso, só que até isso não aproveita, ou respeita-se ou luta-se. Não percebo sinceramente...

14/10/09

Quero ser o Pocoyo.

Quero ser como Pocoyo, rir, brincar, fazer disparates, tudo serve para rir e aprender. Vendo episódios atrás de episódios que a Inês faz questão que eu a acompanhe na diversão que é ouvir e ver estes amigos todos juntos, elefantes, cães, pássaros, uma liberdade de conceitos. Como fica ela feliz, e eu a observar aquele sorriso, único, passado e presente. Como nos ensina tanta coisa este menino Pocoyo, e assim tenho que agradecer á Inês. Ver para crer, podem crer.

Nada sei disto, mais umas lamúrias, depois de um passeio com a Inês!


Pontualidade desmedida e irregular, somos alérgicos a pontualidades, vem da nossa maneira de ser, dos hábitos e costumes traiçoeiros e atrasados. Gostamos de chegar atrasados para dar aquela sensação de importância, de grandeza falseada e translocada. Gostamos de justificar os nossos atrasos, transito, acidentes, imprevistos, sei lá tanta desculpa para mentir e ainda rirmo-nos com a situação. Faz-me confusão estes atrasos, estes costumes, como faz-me confusão existir tanta crespância de ordenados em Portugal, como indica a revista Sábado, é vergonhoso para uma economia que se diz moderna, justa e desenvolvida. A diferença pode atingir 1/20, enquanto economias liberais e desenvolvidas é de 1/6, não será um exagero e egoísmo, avareza e atrasado, sermos ainda uma economia injusta, quebrada e retrograda? É inconsubivel milhares de pessoas, com apenas a 4ª classe ou licenciados a ganharem 450 euros, enquanto administradores, gestores e chefes de serviços verem os tectos salariais aumentados 20 vezes, será bom para a cultura empresarial, para a motivação dos quadros, para o melhoramento empresarial português? Sinceramente já não percebo nada deste lugar ao sol, não percebo certas pessoas que se dizem especialistas, não sei apenas, comodidade, riqueza, modernidade, desenvolvimento, justiça, quebrar a pobreza, educar a massa empresarial, educar as pessoas, transmitindo-lhes o sentido de grupo e de aproximação, mas sinceramente como alguns amigos meus foram para outras paragens, aqui é impossível poder opinar, divulgar, discordar, desenvolver e viver com a lei da vida como deve ser seguida, Uma pena ...